ZN-FILOSÓFICA

sábado, 22 de junho de 2013

EU, A VONTADE QUE ESCRAVIZA!



Por: Claudio Fernando Ramos, 22/06/2013. Cacau “:¬)

Muito bom por ser criança, ótimo por ser bela, maravilhosa por ser negra, excepcional por ser humana! Cacau ":¬)

Ainda resta alguma dúvida sobre a beleza negra? Ainda persistem errados, melancólicos e miseráveis conceitos sobre os variados tipos de cabelos, tais como: cabelo bom, cabelo ruim? Juízos de valor nunca couberam, nem nunca caberão aos inanimados! A menos que queira e por isso faças inusitados malabarismos. Nesse caso, lamento pelo seu preconceito, mais ainda pelo seu cinismo (sentimentos não declarados)! Às lutas podem até serem externas, mas as batalhas são internas. É no mais solitário dos campos de batalha (nosso interior) que tombamos, erguemo-nos e novamente voltamos a tombar... É lá, no mais íntimo, obscuro e silencioso de cada um, que de fato as coisas se resolvem. Por lá não se morre uma única vez, nem, a exemplo dos gatos, se possui apenas setes vidas. Tudo é muito bom, tudo é muito mal, tudo é muito mais... Para o filósofo alemão Arthur Schopenhauer o homem é vontade de representação (poder). De uma forma complexa o filósofo explica que essa é a condição humana. Para ver-se livre dessa inexorável realidade torna-se urgente uma espécie de auto-esquecimento, somente assim o sujeito poderá ver-se livre de sua própria vontade. Mas como chegar a esse auto-esquecimento? Há um só caminho: contemplação estética; quanto mais belo for o objeto mais próximo ele está de expressar sua respectiva ideia, livre de toda espécie de turvamento. Essa é a beleza que trazemos, essa é a beleza que temos, essa é a beleza que somos, aproveite e liberte-se! Cacau “:¬)